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Relatório a ONU

CCIR-RJ denuncia
“ditadura religiosa" no Brasil

onu

ao Presidente do Conselho
de Direitos Humanos da ONU

Eu Tenho Fé! Sala de Imprensa Clipping Intolerância religiosa

Intolerância religiosa

De acordo com um relatório apresentado pela organização não governamental Minority Right Groups International (MRG), a intolerância religiosa se transformou numa das principais causas de perseguição às minorias em todo o mundo. Detenções, torturas e restrições às liberdades fundamentais são algumas das infrações cometidas contra seguidores de diversas religiões ao redor do planeta. No Brasil não é diferente. O país que fica somente atrás da Índia quando o assunto é religiosidade, tem 68.4% da população brasileira  católica, 20.2% evangélica e 11.4% espiríta, umbandista, candomblecista ou partidária de outra religião.

Composta por religiosos, vítimas de intolerância e instituições que atuam com direitos humanos, a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) foi criada em 2008 como um importante dispositivo na luta contra a perseguição, sobretudo, aos adeptos de religiões de matriz africana. As atividades da CCIR vão desde o suporte jurídico às pessoas que sofreram discriminação, até ações pioneiras, como os workshops para delegados e policiais, com o objetivo de deixá-los melhor preparados para lidar com os crimes de intolerância. Apesar de tombada pela ONU como patrimônio da humanidade, o candomblé é umas das religiões cujos praticantes mais setem os abusos. Representante da CCIR e um dos organizadores da Marcha pela Liberdade Religiosa – a quarta edição foi realizada em setembro deste ano, no Rio de Janeiro -, o Babalaô Ivanir dos Santos fala da opressão que paira sobre os seguidores das religiões de matriz africana. “Uma ignorância tudo isso, infelizmente. Porque no fundo o criador começou a sua obra pela África. O próprio Moisés, que recebe os mandamentos de Deus, pedindo para amar o próximo como a si mesmo, era um africano. É impressionante que esse preconceito persiga crenças que fazem parte de uma das primeiras religiões do mundo", afirma.

 Leia mais AQUI.

Fonte: Observatório de Favelas.

 

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