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Eu Tenho Fé! Sala de Imprensa Artigos Comissão de Religiosos: Em dois anos, 90 ações na Justiça, 36 casos exemplares e apenas três condenações

Comissão de Religiosos: Em dois anos, 90 ações na Justiça, 36 casos exemplares e apenas três condenações

Comissão de Religiosos: Em dois anos, 90 ações na Justiça, 36 casos exemplares e apenas três condenações
DATA - HOJE (17/03), QUARTA-FEIRA
HORA: 15H
LOCAL - IGREJA SANTA BERNADETE
Av dos Democráticos, 896 - Higienópolis. P.Ref: Saída 7 da Linha Amarela, ao lado da 21 DP
A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) - formada por religiosos, instituições estatais (MP, TJ e Polícia Civil) e organizações de defesa dos Direitos Humanos - completa hoje, 17/03, dois anos e lança a III Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, em 19 de setembro próximo. A "comemoração" que vai reunir católicos,
umbandistas, candomblecistas, budistas, judeus, muçulmanos, evangélicos, devotos de krishna, wiccanos, agnósticos, ciganos e minorias étnicas, acontece às 15h, na paróquia Santa Bernadete, em Higienópolis.
Neste tempo, de forma gratuita e voluntária, a CCIR patrocinou 90 ações na Justiça (entre causas civis e criminais), resultado do atendimento de 36 casos exemplares de violação de consciência e liberdade religiosa. Até agora, contabilizamos apenas três condenações - duas na cidade do Rio de Janeiro e uma em Paty do Alferes. O
Relatório de Atividades da Comissão, elaborado pelo Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas da UFF - com 16 pesquisadores entre antropólogos, sociólogos e historiadores - , traz os seguintes pontos:
1) A resistência das instituições policiais e do MP em abordar corretamente o crime de intolerância religiosa (com base na Lei Caó), apesar dos esforços do delegado Henrique Pessoa e do promotor Marcus Kac, representantes da Polícia Civil e do MP na Comissão. A conclusão é de que as práticas discriminatórias e racistas estão naturalizadas na sociedade brasileira;
2) Os tipos de conflitos mais recorrentes identificados como intolerância religiosa, são: agressões de vizinhos, agressões familiares, agressões realizadas em cultos neopentecostais, discriminação no ambiente de trabalho e nos espaços públicos (escolas e judiciário), nesta de ordem de proporção;
3) O trabalho da imprensa - que apesar de abrir espaço para debater e abordar o tema - ainda precisa superar estereótipos em relação a diversos segmentos religiosos;
4) A capacidade de mobilização e articulação dos religiosos. O número de manifestantes quadruplicou da primeira para a segunda Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa.
Resumo da ópera - Em dois anos, os religiosos conseguiram fazer a atuação da Polícia Civil do Rio de Janeiro referência para o país, com a correta tipificação do crime de intolerância religiosa na Lei 7716/89 (Lei Caó) e a capacitação de 800 policiais para atuarem com a temática;
Realizou cerca de 80 atendimentos de vítimas de intolerância religiosa, que resultou em 36 casos exemplares - que pretendem gerar jurisprudência nos tribunais;
Promove curso de extensão e capacitação para comunicadores religiosos em parceria com a Faculdade Pinheiro Guimarães em web, mídia impressa e eletrônica.
Mais informações:
Comissão de Combate à Intolerância Religiosa
Tel: 21.92905933 / 22733974 / 22327077

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DATA - HOJE (17/03), QUARTA-FEIRA
HORA: 15H
LOCAL - IGREJA SANTA BERNADETE - Av dos Democráticos, 896 - Higienópolis.
Ponto de Referência: Saída 7 da Linha Amarela, ao lado da 21 DP.

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) - formada por religiosos, instituições estatais (MP, TJ e Polícia Civil) e organizações de defesa dos Direitos Humanos - completa hoje, 17/03, dois anos e lança a III Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, em 19 de setembro próximo. A "comemoração" que vai reunir católicos, umbandistas, candomblecistas, budistas, judeus, muçulmanos, evangélicos, devotos de krishna, wiccanos, agnósticos, ciganos e minorias étnicas, acontece às 15h, na paróquia Santa Bernadete, em Higienópolis.
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Neste tempo, de forma gratuita e voluntária, a CCIR patrocinou 90 ações na Justiça (entre causas civis e criminais), resultado do atendimento de 36 casos exemplares de violação de consciência e liberdade religiosa. Até agora, contabilizamos apenas três condenações - duas na cidade do Rio de Janeiro e uma em Paty do Alferes. O Relatório de Atividades da Comissão, elaborado pelo Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas da UFF - com 16 pesquisadores entre antropólogos, sociólogos e historiadores - , traz os seguintes pontos:
  1. A resistência das instituições policiais e do MP em abordar corretamente o crime de intolerância religiosa (com base na Lei Caó), apesar dos esforços do delegado Henrique Pessoa e do promotor Marcus Kac, representantes da Polícia Civil e do MP na Comissão. A conclusão é de que as práticas discriminatórias e racistas estão naturalizadas na sociedade brasileira;
  2. Os tipos de conflitos mais recorrentes identificados como intolerância religiosa, são: agressões de vizinhos, agressões familiares, agressões realizadas em cultos neopentecostais, discriminação no ambiente de trabalho e nos espaços públicos (escolas e judiciário), nesta de ordem de proporção;
  3. O trabalho da imprensa - que apesar de abrir espaço para debater e abordar o tema - ainda precisa superar estereótipos em relação a diversos segmentos religiosos;
  4. A capacidade de mobilização e articulação dos religiosos. O número de manifestantes quadruplicou da primeira para a segunda Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa.
Resumo da ópera - Em dois anos, os religiosos conseguiram fazer a atuação da Polícia Civil do Rio de Janeiro referência para o país, com a correta tipificação do crime de intolerância religiosa na Lei 7716/89 (Lei Caó) e a capacitação de 800 policiais para atuarem com a temática;
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Realizou cerca de 80 atendimentos de vítimas de intolerância religiosa, que resultou em 36 casos exemplares - que pretendem gerar jurisprudência nos tribunais;
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Promove curso de extensão e capacitação para comunicadores religiosos em parceria com a Faculdade Pinheiro Guimarães em web, mídia impressa e eletrônica.

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Mais informações:
Comissão de Combate à Intolerância Religiosa
Tel: 21 9290 5933 / 21 2273 3974 / 21 2232 7077
 

Comentários  

 
#1 26/03/2010 12:30
Pois é esse o problema...

de nada adiante ter uma Lei se as autoridades e a população não participam ativamente...e não fazem valer essa Lei.

Há um site de Apologéticos - que faz verdadeira campanha para matar os Espíritas (nome genérico que serve para todas as vertentes).

eu já denunciei várias vezes
e o site continua lá
intacto com sua apologia ao crime...

Dessa forma fica difícil né mesmo?
e acabamos perdendo a esperança de que denunciar resolve...

e acabamos ficando sem voz...
mudos e perplexos diante de tanta aberração ...

Atenciosamente
Rita Candeu
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